O guarda-redes do GD Chaves fez a melhor defesa da sua vida ao vencer o cancro.

Entre milhares de telefonemas, mensagens e visitas quando estava no IPO, Ricardo escolhe uma por ser inesperada. “Espero que não fique chateado por eu contar…”, desculpou-se pela inconfidência.

O momento em que o presidente portista, Pinto da Costa, entrou no quarto de Ricardo também foi assunto para o guarda-redes cometer esta inconfidência por fazer questão de que todos saibam.

“Falou de milhares de mensagens e manifestações de carinho recebidas. Respondeu a todas?

-[interrompe] Aproveito esta entrevista para agradecer a todos do coração e pedir desculpa por não conseguir responder a toda a gente. Tive milhares e milhares de mensagens a que não consegui responder. Eu sei que as pessoas só queriam dar uma palavra de solidariedade, mas, para mim, era um momento de privacidade e era mais importante o sossego e não estar a repetir sempre o que se tinha passado e o que se iria passar.

Alguma dessas manifestações o sensibilizou particularmente?

-A minha família foi excecional, mas não esperava outra coisa. Mas vou confessar aqui uma coisa: recebi uma visita no IPO que me emocionou bastante e me deixou comovido, que foi a de Pinto da Costa. Não sei se ele vai ficar chateado por eu ter contado, acho que não, mas fiquei extremamente comovido. Não estava à espera. Eu estive um ano no FC Porto e até lhe disse que não tinha sido uma pessoa que marcou propriamente o clube. Mas Pinto da Costa disse-me que às vezes há pessoas que passam menos tempo e marcam mais do que outras que passam lá mais anos. Fiquei muito sensibilizado.” pode ler-se na entrevista feita pelo jornal OJOGO.

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