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Porto Sentido: Amor incondicional, opções discutíveis.

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Começo com uma breve apresentação minha, ao bom estilo dos jogadores da bola.

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Sou o Rui, inicio hoje a minha participação nos artigos de opinião sobre o maior clube do mundo no site Domínio de Bola e, tal como o meu clube de coração, vim para fazer golos e consequentemente ser campeão. Sou o chamado “Portista dos Sete Costados”, um adepto que embora tenha alguma aversão aos jogos ao vivo, raramente perde um jogo no sofá cá de casa e que nunca se deixou iludir nos anos dourados, assim como nunca entrou em depressão nestes últimos 4 anos de imensa seca. É para mim um enorme orgulho escrever sobre o meu clube, ainda por cima em parceria com um portista como o Bernardino Barros, alguém que sempre admirei pela sua escrita, mas principalmente pela sua voz. Posto isto, falemos de bola.

Depois de uma vitória saborosamente bem conseguida contra o campeão francês em sua casa, o Porto somou ontem a segunda derrota da época, curiosamente ou não, ambas na maior competição europeia de clubes. Se considerarmos que com o Besiktas foi um acidente de percurso, ou um “abre olhos”, o mesmo não se pode dizer sobre o jogo de ontem. Durante a semana que antecedeu o jogo, fiquei com a ideia que se falou mais sobre o facto do Leipzig ser uma equipa inexperiente e ser não só um estreante na Liga dos Campeões, mas um estreante em todas as competições europeias, do que na época passada ter sido o 2.º classificado de um dos maiores e mais ricos campeonatos da Europa do futebol.

Não devo dizer nenhuma barbaridade ao assumir que o Porto ontem fez a pior exibição da época na Red Bull Arena. O meio campo alemão dizimou o nosso com uma facilidade assustadora, e só dois lances de bola parada incrivelmente bem executados impediram o Porto de levar um cabaz ainda na primeira parte. Não sou um adepto de extremos, mas assim como tenho dito ámen a praticamente tudo o que o nosso Mister tem feito desde a chegada à Invicta, também tenho a capacidade de fazer uma ou outra crítica quando acho que a situação assim o obriga.

Como tenho assumido ao longo dos anos, e bem longe de saber que o homem rumaria ao Dragão, nunca fui um pró-Casillas, sempre o achei um guarda-redes ao nível do Valdés ou, exagerando um pouco, do próprio Reina, mas trocar o Casillas pelo Sá, num jogo fora da Champions, não me pareceu o melhor acto de gestão do mundo. Também fiquei claramente com a ideia que o Sérgio demorou a reagir ao vendaval alemão, porque cedo se percebeu que o Danilo, Herrera e o Sérgio Oliveira jogavam tão afastados, que quase poderíamos dizer que estariam em diferentes códigos postais.

O nosso Mister já deu provas inequívocas de saber preparar e tratar cada jogo como um só, mas ontem não foi esse dia. Em abono da verdade, e digo-o desde o início da Champions, este ano estou-me a “borrifar”, para não dizer um palavrão, para as competições europeias; tenho fome, muita fome é de ir para ao Aliados, cantar, dançar e beber, ao lado da família, amigos e desconhecidos, para festejar algo que nos foge há muito tempo – o campeonato nacional.

 

Autor: Rui Rodrigues

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