Ainda referente ao caso da Operação Fénix, o Ministério Público decidiu oficializar os mais de 50 arguidos neste processo, entre eles o líder dos dragões Jorge Nuno Pinto da Costa e o seu braço-direito Antero Henrique.

Os mais de 50 arguidos neste caso encontravam-se acusados de associação criminosa, exercício ilícito da atividade de segurança privada, extorsão, coação, ofensa à integridade física qualificada e ofensas à integridade física graves; estas pioraram devido à posse de arma proibida e favorecimento pessoal.

A ligação aos dragões é através de Eduardo Silva ou, como era conhecido, “Edu”, dono da conhecida empresa de segurança privada S.P.D.E que era o responsável da segurança tanto do clube como do estádio do Dragão.

A Pinto da Costa foi-lhe incutido como beneficiário de serviços de guarda-costas em eventos públicos e deslocações da equipa de futebol, sendo a segurança privada a elementos da direção considerado crime, isto porque os seus funcionários apenas detinham uma licença de vigilância de bens móveis e imóveis e controlo de pessoas.

Normalmente, a sua farda típica calças e camisola pretas e as letras S. P. D. E. gravadas a laranja nas costas – ficava guardada neste tipo de missões.

 

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