O onze da 18.ª jornada da Liga NOS 16/17 eleito pelo DomíniodeBola:
GR | Giorgi Makaridze (Moreirense): Confirmou uma vez mais que é um dos bons guardiões do campeonato. Esta semana, na Mata Real, o georgiano manteve a sua baliza inviolável e foi decisivo na conquista dos três pontos. Fez um total de seis defesas, duas delas de grau de dificuldade elevada e ainda se deu ao luxo de defender um penalty.
DD | Nélson Semedo (Benfica): Depois de uma primeira parte mais tímida, o lateral benfiquista partiu para uma segunda parte ao seu melhor nível. Sem dar qualquer chance aos atacantes do Tondela, subiu várias vezes no terreno e combinou bem com Toto Salvio. Fez uma assistência e ficou perto de inscrever o seu nome na lista de marcadores.
DC | Raúl Silva (Marítimo): Parece que tomou o gosto em marcar golos – já vão três nas últimas quatro jornadas! O defensor brasileiro bateu Rui Patrício, adiantando de novo a sua equipa no marcador, embora insuficiente para arrecadar os três pontos. Quanto à exibição do ponto de vista defensivo, Raúl destacou-se por várias intercepções fulcrais que afastaram o perigo da baliza de Charles.
DC | Iván Marcano (FC Porto): Não foi por ele que a equipa sofreu dois golos – num deles ainda foi em socorro do erro de Casillas, mas já não foi a tempo. Marcou o tento da igualdade (o segundo consecutivo na Liga), galvanizando a equipa para a reviravolta. Defensivamente, foi a limpeza de sempre com a discrição do costume e um bom complemento a Felipe.
DE | Alex Telles (FC Porto): Um dia que abandone o futebol, tem lugar assegurado como telefonista, pois não lhe falta habilidade para dar assistência. Frente ao Rio Ave foram logo três os passes para golo. Sempre de bola parada, o lateral brasileiro mostrou-se profícuo na arte do cruzamento. Defensivamente, fez quase tudo bem e não deixou que o desinspirado Heldon fizesse mossa pelo seu corredor.
MC | Danilo Pereira (FC Porto): Na retina ficou aquele sprint louco para impedir males maiores na sua baliza aos 58 minutos. Com o comprometimento habitual, o trinco portista desdobrou-se em recuperações de bola, impedindo que o Rio Ave criasse lances de perigo. Foi ainda determinante, pois foi da sua cabeça que surgiu o terceiro golo que consumou a cambalhota no marcador.
MC | Pizzi (Benfica): É a engrenagem que faz a máquina do Benfica movimentar-se. Quando Pizzi está bem, a equipa corresponde. Frente ao Tondela, o médio luso foi decisivo ao apontar os dois primeiros golos dos encarnados, mas fez muito mais do que isso. Além dos tentos, Pizzi foi o construtor de várias jogadas de perigo para a baliza tondelense e recuperou mais de uma dezena de bolas aos jogadores adversários.
ED | Iuri Medeiros (Boavista): Está endiabrado, o miúdo! Depois dos estragos que causou em pleno Estádio da Luz, o extremo emprestado pelo Sporting voltou a semear o pânico. Frente ao Arouca – o primeiro clube a que foi emprestado pelos leões -, o talentoso canhoto foi o causador de várias aflições na lateral esquerda arouquense e foi precisamente pelo outro flanco que marcou o golo da vitória das panteras.
EE | Davidson (Chaves): Privado da utilização de Fábio Martins, o Chaves não se ressentiu. O extremo contratado neste defeso fez o segundo jogo como titular e deslumbrou. Durante 90 minutos, o extremo brasileiro esteve irrequieto no ataque e incansável nos processos defensivos. A sua grande exibição foi coroada com um golo, mas nem precisava dele para chamar a si os holofotes.
AV | Edinho (Vitória de Setúbal): Velhos são os trapos. Aos 34 anos, Edinho continua a demonstrar que carrega muita sabedoria nas costas… e nos pés e cabeça, que usou para bisar na partida. No Estádio do Restelo, o internacional português fez dois remates à baliza e em ambos acabou a festejar, revelando-se fundamental na conquista da vitória por parte dos sadinos.
AV | Roberto (Moreirense): Não sentia o sabor dos golos no campeonato desde o final de Agosto e ante o Paços de Ferreira ‘matou o borrego’. E fê-lo com um classe enorme, já que picou a bola sobre o guarda-redes adversário. Trabalhou bastante na frente de ataque, não dando descanso aos defesas pacences, e ainda teve tempo de oferecer o segundo golo a Daniel Podence.




