Bruno Fernandes admite que poder atuar ao lado do também português Bernardo Silva facilitaria a sua adaptação ao futebol inglês, caso a mudança para a Premier League venha mesmo a concretizar-se neste defeso.

“Jogar ao lado do Bernardo seria muito bom, o City seria uma grande oportunidade. Poder jogar ao lado de um jogador como ele tornava as coisas sempre mais simples”, reconheceu o médio do Sporting, numa entrevista ao programa ‘Trio d’Ataque’, da RTP3, na qual reitera que, ao contrário do que sucedia há um ano, sente-se agora preparado para enfrentar o desafio inglês: “Eu sinto que é o momento. No ano passado, após a rescisão de contrato, tive a possibilidade de ir para Inglaterra, tive três clubes interessados, mas não me senti preparado. Aquilo que fiz este ano demonstrou-me, a mim, não a mais ninguém, que estou preparado para qualquer tipo de desafio.”

Agora parece já só faltar escolher o clube. City e United são dois destinos possíveis, mas há outro, já que a imprensa inglesa coloca agora o novo campeão europeu, Liverpool, na lista de pretendentes do médio, de 24 anos. Nada que Bruno Fernandes descarte. Por uma razão simples. “Em Inglaterra, há muitas equipas que são um grande desafio. Obviamente, há duas equipas de que se tem falado muito, o United e o City. O City é uma equipa que está a ganhar tudo em Inglaterra nos últimos anos. O United é uma das equipas com mais história. Cada um à sua maneira tem a sua importância e a sua força. Obviamente que são dois clubes que qualquer jogador gostaria de representar”, reconhece o internacional português, prosseguindo: “Sempre vi Inglaterra como o meu sonho. Independentemente dos nome dos clubes, em Inglaterra há muitos que eu gostaria de representar.”

Também os treinadores que Bruno Fernandes mais admira estão na Premier League. “Guardiola preconiza um futebol apoiado e bonito de se ver, com uma boa pressão no momento da perda de bola. Já Klopp tem um futebol mais ofensivo, mais direto, com jogadores mais apontados para a baliza. Ambos são ótimos. Gosto de ambos. Se vier a ser treinador, gostaria de juntar o melhor de cada um. Adoro o Guardiola e o Klopp, cada um com as suas ideias”, admite o médio.

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