O plantel do Boavista recusou treinar em protesto pelos salários em atraso. Com três meses de salários em atraso para os jogadores e quatro meses para os funcionários do clube, a situação motivou a decisão de não realizar o treino matinal.
A Liga Portuguesa de Futebol notificou o Boavista, assim como Leixões e Vilaverdense, devido à falha no cumprimento do controlo salarial de dezembro.
O Boavista enfrenta uma situação financeira delicada, com três meses de salários em atraso para os jogadores e quatro meses para os funcionários do clube.
Os jogadores recusaram-se a treinar em protesto e exigiram explicações do presidente da SAD, Vítor Murta. Após as explicações não serem satisfatórias, os jogadores abandonaram o treino sob as ordens da equipa técnica. Esta situação agravou-se nos últimos meses, com episódios como cortes de gás e água, obrigando os jogadores a tomarem banho em casa.






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