Francisco J. Marques quebra o silêncio e acusa: “Nunca trunquei mails. NUNCA”
franciscojmarques
Ex-diretor de comunicação do FC Porto responde a Carlos Barbosa da Cruz e garante que enviou emails integrais ao Record em 2017
Francisco J. Marques voltou a agitar o debate em torno do chamado “caso dos emails” ao reagir, esta quarta-feira, a uma crónica de Carlos Barbosa da Cruz publicada no jornal Record.
Numa série de publicações na rede social X, o antigo diretor de comunicação do FC Porto rejeitou categoricamente ter truncado emails divulgados em junho de 2017 no Porto Canal.
“É verdade que fui condenado, mas também é verdade que nunca trunquei mails”, escreveu, garantindo que enviou integralmente os ficheiros aos jornais O Jogo e Record no dia 7 de junho de 2017, após a divulgação pública do conhecido “mail dos padres”.
Segundo Francisco J. Marques, o Record publicou inclusive o “fac-símile” da conversa completa na edição de 8 de junho de 2017, o que, no seu entender, prova que não houve qualquer omissão ou alteração de conteúdo.
O ex-dirigente revelou ainda o nome do jornalista a quem terá enviado os emails por WhatsApp: Sérgio Krithinas, desafiando Carlos Barbosa da Cruz a confirmar essa informação.
“Ou seja, na noite de 6 de junho trunquei mails e na tarde de 7 de junho enviei os mails integrais. Isto não cabe na cabeça de ninguém que queira fazer uma análise honesta”, escreveu.
Francisco J. Marques lamenta ter sido condenado “por uma coisa que não fez” e considera que a narrativa da truncagem foi alimentada pelo que classifica como “poder gigantesco do Benfica em Portugal”.
Recorde-se que o caso dos emails marcou profundamente o futebol português na última década, gerando múltiplos processos judiciais e uma intensa guerra mediática entre clubes.
Com esta nova intervenção pública, o antigo responsável portista volta a colocar o tema na ordem do dia — e reacende uma das maiores polémicas do futebol nacional.


