O Conselho de Disciplina (CD) da Federação Portuguesa de Futebol instaurou um processo disciplinar ao FC Porto, também ao defesa do Sporting CP Matheus Reis, ainda a três diretores de campo afectos ao FC Porto e ainda a três funcionários de uma empresa contratada pelos azuis e brancos para tratar da publicidade no relvado, ainda na sequência dos incidentes no final do clássico com o Sporting, da 22.ª jornada do campeonato, a 11 de fevereiro, no Estádio do Dragão.

Desta forma, avança o jornal ABOLA que o Estádio do Dragão pode ser interditado, caso o CD entenda que os atos, nomeadamente a agressão ao jogador dos leões, incorrem na «inobservância qualificada» dos deveres do FC Porto.

O artigo 118.º do Regulamento Disciplinar da Liga prevê, na alínea a, «a interdição de recinto desportivo a fixar entre o mínimo de um e o máximo de três jogos e a sanção de multa de montante a fixar entre o mínimo de 50 UC e o máximo de 250 UC» quando da conduta de um clube «resulte uma situação de perigo para a segurança dos agentes desportivos ou dos espectadores de um jogo oficial ou de risco para a tranquilidade e a segurança públicas».

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