Atitude perante as finanças e reformulação da SAD são alguns dos pontos de discórdia entre o dirigente e a restante direção.

O mandato de Domingos Soares de Oliveira prolonga-se até 2025, mas, de acordo com a edição desta terça-feira do jornal Record, o cumprimento é, neste momento, uma incógnita, face à divisão que este tem gerado na SAD do Benfica.

A publicação revela que um dos principais pontos de discórdia tem sido o facto de o co-diretor executivo insistir em “colocar sempre as finanças acima dos interesses desportivos”, numa temporada em que o presidente, Rui Costa, investiu fortemente no reforço do plantel de forma a colocar ponto final no ‘jejum’ de títulos.

O facto de Soares de Oliveira defender que a SAD encarnada deve adotar um modelo em que o próprio ficaria como único CEO também não tem caído bem junto da restante direção, assim como a falta de explicações quanto ao envolvimento no caso do ‘Saco Azul’.

O responsável torna-se, assim, numa figura cada vez mais isolada no seio do clube da Luz, pelo que não estará descartada a possibilidade de vir a abandoná-lo num futuro não muito distante.

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