Jogador é acusado de agressão sexual e processo segue para julgamento
O futebol espanhol está novamente envolvido num caso judicial grave. O Ministério Público pediu nove anos de prisão para Álvaro Aguado, médio espanhol, acusado de agressão sexual a uma funcionária do Espanyol.
De acordo com a acusação, os factos remontam a junho de 2024, durante uma festa do clube numa discoteca em Barcelona. Segundo o processo, o jogador terá levado a vítima para uma casa de banho do espaço, onde alegadamente ocorreram os atos denunciados.
A vítima, segundo os relatos incluídos na investigação, encontrava-se em estado de choque e terá pedido para que o jogador parasse, algo que, de acordo com o Ministério Público, não foi respeitado.
Pedido inclui indemnização e medidas adicionais
Além da pena de prisão, o Ministério Público solicita ainda uma indemnização de cerca de 65 mil euros pelos danos morais e psicológicos causados à vítima.
O processo inclui também a possibilidade de medidas adicionais, como restrições de contacto e afastamento, bem como vigilância após o cumprimento da pena.
Jogador nega acusações
Álvaro Aguado nega as acusações e sustenta que a relação foi consentida. A defesa do jogador tem contestado a versão apresentada pela acusação, alegando falta de provas conclusivas.
O caso deverá agora seguir para julgamento, onde serão analisados todos os elementos reunidos pelas autoridades.
Impacto no percurso do jogador
O médio, que passou recentemente pelo Espanyol, já viu a sua carreira afetada pelo processo judicial. O clube optou por não renovar contrato após o término da última temporada, numa decisão que coincidiu com o desenrolar da investigação.
Este tipo de situação volta a colocar o foco na conduta fora das quatro linhas e no impacto que casos judiciais podem ter na carreira de jogadores profissionais.






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