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“André Villas Boas? Nunca deu mostras de poder gerir seja o que for”

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Martins Soares, médico e empresário reformado da cidade do Porto, assinou recentemente a Comissão de Apoio à Recandidatura de Pinto da Costa para as eleições de 2024 no Futebol Clube do Porto. Este antigo candidato à presidência do clube em 1988 e 1991 decidiu expressar o seu apoio à reeleição de Pinto da Costa e afirmou que, atualmente, não reconhece ninguém com as qualificações necessárias para o cargo de presidente. Vale destacar que ele também mencionou que, nas eleições de 2020, não fez parte da lista de Nuno Lobo, e está aguardando para ver se Pinto da Costa se recandidatará antes de tomar uma decisão sobre o seu possível envolvimento nas eleições de 2024.

 

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“Não reconheço, neste momento, mais ninguém com características para ser presidente”, justifica, ao JN.

“Na última assembleia geral, disse que não voltaria a ser candidato à presidência do F. C. Porto enquanto Pinto da Costa se candidatasse. Começam a aparecer alguns nomes [de eventuais candidatos], mas não lhes reconheço currículo. Nem Nuno Lobo, nem André Villas-Boas que, em termos de gestão, não sei o que fez. Nunca deu mostras de poder gerir seja o que for, a não ser ter sido treinador de futebol e piloto de automóveis. Quanto aos que lá estão [no clube], julgo que não de- vem avançar, até porque não vejo em nenhum a possibilidade de vir a ser presidente. Por tudo isto, cumprindo a minha palavra vou apoiar a candidatura de Jorge Nuno Pinto da Costa”
, resume, ao JN, Martins Soares, antes de fazer um esclarecimento.

“Nas eleições de 2020, não fiz parte da lista de Nuno Lobo. Candidatei-me, isso sim, ao Conselho Superior e aproveitei as assinaturas da candidatura de Nuno Lobo”, recorda o sócio n.º 892 do F. C. Porto, traçando, ainda, um cenário eventual. “Se Pinto da Costa não avançar e, repito, espero, do fundo do coração, que avance, estarei por aqui e poderei pensar o que vou decidir”, referiu, quando questionado se, nesse caso, pondera avançar com uma eventual lista à direção, tal como fez em 1988 e 1991.

“Foram situações diferentes. Na primeira, Pinto da Costa tinha afirmado que não se recandidatava e, depois, decidiu avançar. Em 1991, apostei tudo para ser presidente e cheguei a contratar Kenny Dalglish para treinador e dois jogadores brasileiros. Foram as eleições mais concorridas de sempre e tive 22,6% dos votos. Após isso, remeti-me ao silêncio público e só falava em assembleias. É aí que se deve discutir o clube. Cá fora, lava-se roupa suja e eu não alinho nisso”, finaliza.

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